by Dado Moura
Durante o namoro aprendemos que aquelas expressões de carinho muito comuns entre amigos, quando se trata desse novo momento na vida da pessoa, tendem a ganhar um diferencial. Muitas vezes, essa nova maneira de manifestar o apreço por alguém poderá não ser o modo mais apropriado para quem está no processo da descoberta da pessoa com quem almeja estabelecer vínculos.
A maneira como homens e mulheres expressam seus afetos é diferente. As mulheres, as quais levam o título de pessoas românticas, demonstram seus carinhos mais no aspecto emocional. Sem rodeios, elas falam que amam, mostram que estão felizes no relacionamento na maneira de olhar e de tocar o namorado. Pelos gestos da namorada são transmitidos, de forma não verbalizada, a empatia pelo outro, entre outras delicadezas, consideradas por elas uma forma de nutrir o relacionamento conquistado. Da mesma maneira como expressam a felicidade, elas também sabem manifestar insatisfação. Assim, para os homens mais atentos aos detalhes, não será preciso perguntar o que aconteceu para entenderem o que a mulher está “dizendo” por meio de seus gestos.
Entre os namorados, há também o modo como os rapazes comumente se comportam. Como característica, podemos mencionar a sua habilidade de enxergar e resolver os problemas de maneira mais analítica, quase sempre sem levar em consideração ou atentar para as possíveis consequências de suas atitudes. Eles estão prontos para encontrar soluções para os problemas. Se a questão for equacionar um mal-entendido, é bem próprio dos homens querer, naquele momento, discuti-lo, mesmo que a ocasião não seja a mais apropriada para uma conversa esclarecedora… Por outro lado, apesar da aparente determinação, muitas vezes, tem-se a impressão de que atitudes mais românticas para o sexo masculino, como por exemplo caminhar pela rua, em direção à casa da namorada, com um ramalhete de flores, é mais difícil do que enfrentar um cachorro louco!
Mas, durante o namoro, ninguém tem a certeza de que aquela pessoa será o (a) esposo (a) com quem buscamos partilhar a nossa vida. É na vivência desse tempo que vamos colher informações para fazer a nossa escolha para o próximo passo. Nesse processo de conhecimento propiciado pelo namoro, haverá também momentos de maior intimidade. Oportunidade para que os casais, dentro de uma maior privacidade, possam se conhecer naquilo que é próprio do outro. Enquanto que para um deles o termo “se fazer conhecer” significa saber mais a respeito do outro, para a outra pessoa pode significar um convite para maiores intimidades. Aliás, para alguns casais, até no significado da palavra “intimidade”, que “diz respeito aos sentimentos ou pensamentos mais íntimos de alguém”, segundo definição do Dicionário Houaiss, há sentido único e voltado ao sexo.
Contudo, muitos casais, atropelando as etapas do namoro, começam a viver a intimidade no sentido mais irrestrito da palavra, já nos primeiros meses de relacionamento. É claro que dependendo da maneira como o casal manifesta o carinho pelo outro e no ambiente em que costumam namorar – quase sempre muito reservado – os estímulos vão ser provocados. Independentemente da maturidade dos namorados, ao agir assim eles estarão se colocando à prova de algo muito mais forte, podendo correr o risco de inverter, completamente, a ordem natural desse processo de conhecimento que ambos se propuseram a viver. Consequentemente, se o casal não assumir um novo comportamento dentro do namoro, eles mal conseguirão ficar sozinhos sem que seus hormônios borbulhem, fazendo com que a libido fale mais alto.
Mais importante que desfrutar da intimidade do outro, será descobrir como trabalhar com as diferenças próprias do temperamento entre os casais, como também lidar com o autocontrole sem se deixar levar apenas pelos instintos.
Ninguém deseja viver um namoro isento de toques e de manifestações de carinho, como beijos e abraços. Assim, uma primeira atitude para aqueles que buscam viver um namoro, dentro do seu processo natural, será de ter em mente que os limites para manifestar os carinhos pelo (a) namorado (a) devem ser estabelecidos por aquelas carícias que, se acaso fossem surpreendidos por alguém, em nada ofenderiam tal pessoa nem causariam maiores constrangimentos ao próprio casal.
* O Dado está certo na sua explanação para os adolescentes???!!!
A maneira como homens e mulheres expressam seus afetos é diferente. As mulheres, as quais levam o título de pessoas românticas, demonstram seus carinhos mais no aspecto emocional. Sem rodeios, elas falam que amam, mostram que estão felizes no relacionamento na maneira de olhar e de tocar o namorado. Pelos gestos da namorada são transmitidos, de forma não verbalizada, a empatia pelo outro, entre outras delicadezas, consideradas por elas uma forma de nutrir o relacionamento conquistado. Da mesma maneira como expressam a felicidade, elas também sabem manifestar insatisfação. Assim, para os homens mais atentos aos detalhes, não será preciso perguntar o que aconteceu para entenderem o que a mulher está “dizendo” por meio de seus gestos.
Entre os namorados, há também o modo como os rapazes comumente se comportam. Como característica, podemos mencionar a sua habilidade de enxergar e resolver os problemas de maneira mais analítica, quase sempre sem levar em consideração ou atentar para as possíveis consequências de suas atitudes. Eles estão prontos para encontrar soluções para os problemas. Se a questão for equacionar um mal-entendido, é bem próprio dos homens querer, naquele momento, discuti-lo, mesmo que a ocasião não seja a mais apropriada para uma conversa esclarecedora… Por outro lado, apesar da aparente determinação, muitas vezes, tem-se a impressão de que atitudes mais românticas para o sexo masculino, como por exemplo caminhar pela rua, em direção à casa da namorada, com um ramalhete de flores, é mais difícil do que enfrentar um cachorro louco!
Mas, durante o namoro, ninguém tem a certeza de que aquela pessoa será o (a) esposo (a) com quem buscamos partilhar a nossa vida. É na vivência desse tempo que vamos colher informações para fazer a nossa escolha para o próximo passo. Nesse processo de conhecimento propiciado pelo namoro, haverá também momentos de maior intimidade. Oportunidade para que os casais, dentro de uma maior privacidade, possam se conhecer naquilo que é próprio do outro. Enquanto que para um deles o termo “se fazer conhecer” significa saber mais a respeito do outro, para a outra pessoa pode significar um convite para maiores intimidades. Aliás, para alguns casais, até no significado da palavra “intimidade”, que “diz respeito aos sentimentos ou pensamentos mais íntimos de alguém”, segundo definição do Dicionário Houaiss, há sentido único e voltado ao sexo.
Contudo, muitos casais, atropelando as etapas do namoro, começam a viver a intimidade no sentido mais irrestrito da palavra, já nos primeiros meses de relacionamento. É claro que dependendo da maneira como o casal manifesta o carinho pelo outro e no ambiente em que costumam namorar – quase sempre muito reservado – os estímulos vão ser provocados. Independentemente da maturidade dos namorados, ao agir assim eles estarão se colocando à prova de algo muito mais forte, podendo correr o risco de inverter, completamente, a ordem natural desse processo de conhecimento que ambos se propuseram a viver. Consequentemente, se o casal não assumir um novo comportamento dentro do namoro, eles mal conseguirão ficar sozinhos sem que seus hormônios borbulhem, fazendo com que a libido fale mais alto.
Mais importante que desfrutar da intimidade do outro, será descobrir como trabalhar com as diferenças próprias do temperamento entre os casais, como também lidar com o autocontrole sem se deixar levar apenas pelos instintos.
Ninguém deseja viver um namoro isento de toques e de manifestações de carinho, como beijos e abraços. Assim, uma primeira atitude para aqueles que buscam viver um namoro, dentro do seu processo natural, será de ter em mente que os limites para manifestar os carinhos pelo (a) namorado (a) devem ser estabelecidos por aquelas carícias que, se acaso fossem surpreendidos por alguém, em nada ofenderiam tal pessoa nem causariam maiores constrangimentos ao próprio casal.
* O Dado está certo na sua explanação para os adolescentes???!!!

Manoel, complexa a sua pergunta. Acho que depende muito da idade do casal.
ResponderExcluirNa maturidade, eu sinceramente não vejo problemas de deixar o tesão falar mais alto quando isso acontecer.
O que não dá é para ser só isso o tempo todo.
Cada pergunta difícil sô!! Risos
beijinho
Lucia
Lucia Luz, concordo com você. Esse texto está mais indicado para adolescentes. Gostei muito dessa sua observação:
ResponderExcluir"O que não dá é para ser só isso o tempo todo."
Muita gente pensa no só isso, teoricamente. Na prática, a teoria é outra (parafraseando o Joelmir Betting).
Acho que vou mudar a pergunta. Boa dica você me deu.
Beijo carinhoso.
Lucia Luz, para ninguém deixar de entender seu comentário, mudei minha observação de:"*O Dado está certo na sua explanação???!!!" para:"O Dado está certo na sua explanação para os adolescentes???!!!
ResponderExcluirBeijo com queijo.
Gostei muito do post, uma ótima visão do que é realmente um relacionamento. Bjs e fk c Deus.
ResponderExcluirUm boa solução para o limite das carícias no namoro, deveria ser tentar primeiro entender a diferença existente no significado de cada afeto para ambos. Nessa procura, os limites começam a fazer um sentido e a serem estabelecidos. Se ambos percebem a linguagem do afeto será mesclada a linguagem corporal e não haverá a necessidade da linguagem verbal para saber o que fazer e quando fazer. Bjs
ResponderExcluirNana, minha querida web-irmã. Fico satisfeito por você ter gostado.
ResponderExcluirFique com Deus você também.
Beijos.
Márcia, muito interessante a sua opinião. Ambos entenderem o significado dos afetos.
ResponderExcluirBeijos.
Manoel, bom dia!
ResponderExcluirComo mãe, me identifiquei muito com as palavras do Dado, ele foi muito coerente, sua explanação para os adolescentes está perfeita. Um abraço, um ótimo dia, bom trabalho!
Muito legal e tem tudo a ver com o meu texto da D.Rosalina,rsrs abração,lindo dia!chica
ResponderExcluirEm se tratando de adolecentes eu concordo plenamente.
ResponderExcluiro sexo na adolescencia é muito perigoso, traz problemas sérios para os jovens e para os pais dos jovens, como gravidez indesejada e doenças sexualmente transmissíveis.
Agora, entre jovens mais amadurecidos acaba rolando mesmo uma intimidade maior, mas então os dois já são maduros e a tendência é cuidarem-se mais.
Sou a favor do sexo (claro!) mas com responsabilidade.
Faz parte da vida, é fisico, agradável e feliz.
Hoje sou vovó, posso falar abertamente no assunto.
No meu tempo de juventude (aí vai Manoel) não podia e pronto!
Era um namoro mal resolvido, cheio de vontades que ficavam sempre para depois do casamento.
Eu digo sempre que as meninas da minha época casavam-se virgens porque não tinha como transar!
Grande vantagem casar virgem! Se houvesse uma oportunidade sequer a gente acabava aprontando também...rsrsrsrs. Os pais não davam trégua!
Esse assunto dá muita polêmica, mas é muito agradável.
Beijos Manoel, você vai ler muita coisa interessante hoje kkkkkkk!
Belo texto.. tudo em seu tempo.. momento.. e lugar.. atropelar fases com certeza poderá ser o indício do fracasso.
ResponderExcluirBeijão imenso em seu coração Manoel!
Verinha
Ivana, com certeza mesmo. Concordo com sua opinião.
ResponderExcluirUm dia maravilhoso para você também.
Um abraço cheio de carinho.
chica, logo depois que postei fui olhar a D. Rosalina. Por coincidência, tem tudo a ver.
ResponderExcluirGrande abraço.
Ivani, seus comentários são uma pérola. Adoro lê-los. Agora que adquiriu o título de avó, pode "rasgar o verbo", né? rs...rs.
ResponderExcluirVocê é demais!
Vou ficar procurando a "novidade" para ler hoje. Partindo de você é coisa super legal, rs...rs.
Um beijo muito carinhoso no seu coração.
*Verinha*, isso mesmo. Tudo tem a sua hora.
ResponderExcluirUm beijo super carinhoso no coração.
Adolescentes tem pressa e extrapolam.
ResponderExcluirUm beijooO*
Valéria Sorohan, pior que é isso mesmo que acontece, não é?
ResponderExcluirUm beijooO*
Mto bom o texto!
ResponderExcluirComo diz minha mae, "Namoro é o espelho do casamento"
Acho que o casal nao deve se preocupar se vai ou naum rolar uma intimidade maior, deve se preocupar em conhecer o outro de vdd.
Qto aos mais jovens, n tenho mto o q dizer... eu com 15 ano ainda brincava na rua, com bonecas, queimada, enfim... hj as meninas de 15 anos ja estao fazendo filhos naum é mesmo!
Querido, um fds abençoado pra vc!!
Bjao
Cris, muito legal essa tirada da sua mãe. Sabe que ela está muito certa?
ResponderExcluirUm fds maravilhoso para você também.
Bjo.