DE FATO ...

“Tenha paciência, Deus ainda não me terminou..."

sábado, 18 de maio de 2013

PARAÍSO

by Bertrand Russel


Se houvesse no mundo um grupo grande de pessoas que desejasse mais a sua própria felicidade do que a infelicidade dos outros, em breve teríamos o paraíso.






Bertrand Arthur William Russell, 3o Conde Russell (18 de Maio de 1872 - 2 de Fevereiro de 1970), britânico, foi um dos mais influentes matemáticos, filósofos e lógicos que viveram (em grande parte) no século XX.

sexta-feira, 17 de maio de 2013

MARIO QUINTANA

by Mário Quintana




A preguiça é a mãe do progresso. Se o homem não tivesse preguiça de caminhar, não teria inventado a roda.

* Um proveitoso final de semana para nós todos.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SABEDORIA

by Confúcio



Uma vez perguntaram a Confúcio:

- O que mais o surpreende na humanidade?
Confúcio respondeu:
- Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro e depois perdem o dinheiro para recuperá-la.
Por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem o presente, de tal forma que acabam por nem viver no presente nem no futuro.
E concluiu:
- Vivem como se nunca fossem morrer e morrem como se não tivessem vivido...

terça-feira, 14 de maio de 2013

CRÍTICA E AUTO-CRÍTICA


Arthur Schopenhauer by Arthur Schopenhauer



Assim como o homem carrega o peso do próprio corpo sem o sentir, mas sente o de qualquer outro corpo que quer mover, também não nota os próprios defeitos e vícios, mas só os dos outros.

Entretanto, cada um tem no seu próximo um espelho, no qual vê claramente os próprios vícios, defeitos, maus hábitos e repugnâncias de todo o tipo.

Porém, na maioria da vezes, faz como o cão, que late diante do espelho por não saber que se vê a si mesmo, crendo ver outro cão.

Quem critica os outros trabalha em prol da sua própria melhoria.

Portanto, quem tem a inclinação e o hábito de submeter secretamente a conduta dos outros, e em geral também as suas ações e omissões, a uma atenta e severa crítica, trabalha na verdade em prol da própria melhoria e do próprio aperfeiçoamento, pois possui o suficiente de justiça, ou de orgulho e vaidade, para evitar o que amiúde censura com tanto rigor.


* Normalmente criticamos no outro, o defeito que estamos querendo eliminar da gente, não é???!!!

sábado, 11 de maio de 2013

NASCIDOS PARA MORRER -(Feliz Dia das Mães) -




Nem todo parto termina feliz, ainda mais quando seria possível evitar tragédias como a morte da criança. Praticamente todas as pessoas conhecem um caso de uma mãe que tenha morrido na mesa de operação ou de um filho que tenha nascido morto. Infelizmente, são episódios comuns. Mas, e se você soubesse de uma mãe que fora obrigada a ver seu filho agonizar até a morte, logo após seu nascimento, porque os médicos se recusaram a salvá-lo, o que você faria? Bem, este caso aconteceu e pode acontecer de novo enquanto a cultura da morte estiver vigorando nas leis de muitos países.
Nesta semana, um dos maiores sites pró-vida dos Estados Unidos, o lifesitenews.com, publicou a história de "Angele", uma jovem divorciada e mãe de dois filhos que, ao ver-se grávida do terceiro, conscientemente optou pelo aborto. Sua decisão foi colocada em prática quando encontrou a clínica Women's Center, de Orlando, que prometia "aborto sem dor em três minutos".
Apesar de ter se decidido pelo aborto, deu à criança que estava em seu ventre o nome de Rowan. Além disso, buscou um procedimento que causasse o mínimo sofrimento possível à criança. Assim, em vez da curetagem - método que esquarteja o bebê antes de retirá-lo do útero, por meio de sucção - decidiu-se pela injeção letal. Essa preocupação demonstra a sua consciência sobre o que estava prestes a cometer.
A equipe médica do Women's Center sedou Angele para que pudesse começar os procedimentos do aborto. Antes de injetarem a substância mortal na criança, primeiro os médicos precisaram implantar um objeto típico dessas cirurgias no útero da moça. Esse objeto tinha a finalidade de provocar a dilatação do cérvix. Após essa etapa, o bebê recebeu a injenção letal que, em tese, lhe causaria a morte. Segundo Angele, o médico responsável pela operação estava "muito agitado e parecia um tipo de pessoa hiperativa". Concluída essa fase, Angele foi liberada e pôde voltar ao hotel onde estava hospedada. Ela ainda teria que voltar à clínica para retirar o corpo de Rowan de seu ventre.
O que Angele não esperava era que mesmo após a aplicação da injeção ela continuasse a sentir os movimentos de seu filho. Durante a noite, enquanto o bebê chutava, Angele pensou em ligar para o plantão da clínica, mas acabou desistindo. Preferiu aguardar até a consulta do próximo dia.

Na manhã seguinte, Angele tomou a pílula para provocar a expulsão do bebê do seu corpo. Ela chegou à clínica por volta das 9h da manhã. Porém, como seu médico ainda não havia chegado, teve de esperar num quarto por recomendação de uma enfermeira chamada "Violene". Neste meio tempo, começou a sentir as contrações do "parto". Apesar de pedir ajuda a Violene, a enfermeira respondeu dizendo que ainda não era a hora, deixando-a sozinha na sala. Ao contrário do que disse Violene, Angele deu a luz ao seu filho Rowan naqueles instantes. Mas a surpresa maior ainda estava por vir.
Angele percebeu que a criança estava se mexendo, estava viva. Imediatamente chamou por ajuda médica e pediu para que Violene atendesse Rowan. A enfermeira disse então que iria pedir ajuda ao supervisor, mas longos minutos se passaram e ninguém retornou ao quarto. Visto que o socorro não chegava, Angele pegou seu telefone e discou para uma amiga pedindo para que ela ligasse ao 911 - número de emergência - e pedisse ajuda a uma equipe de paramédicos. Enquanto ninguém aparecia, Angele ficou ao lado de Rowan tentando confortá-lo. Até que, infelizmente, o bebê parou de se mexer e morreu.
Angele ficou profundamente consternada e se arrependeu de sua decisão. Enquanto ela rezava, cheia de remorso, por seu filho, um membro da clínica chegou e pediu o corpo do bebê, mas ela se recusou a entregá-lo. Os empregados da clínica a deixaram sozinha mais uma vez, mas logo retornaram e forçaram-na a entregar o menino. A polícia chegou a aparecer na clínica devido à chamada de emergência, mas foi persuadida por Violene a não dar importância ao caso, pois segundo ela, a situação já estava sob controle. A história completa e com maiores detalhes pode ser lida neste link do lifesitenews.com.
O caso de Angele faz parte de uma série de seis artigos do lifesitenews.com sobre bebês que nasceram vivos após tentativa de aborto, mas que morreram devido a negligência proposital dos médicos. Segundo o site, a prática tem se tornado cada vez mais corriqueira, apesar da crueldade da ação. Ela se justifica, infelizmente, por uma cultura que vem se desenvolvendo sobretudo na literatura acadêmica, aquela que deveria ser a primeira a promover a dignidade do ser humano. Fatos assim comprovam indubitavelmente que esta, sim, é a Idade das Trevas, não a de Santo Tomás de Aquino e de sua Suma Teológica, época da verdadeira Idade da Luz.


* O objetivo da postagem é refletir sobre essa realidade!!!

sexta-feira, 10 de maio de 2013

DÁ PRA GENTE APRENDER A PERDOAR?




Descobri que o perdão é um ato contínuo – desculpe explicar –, que sempre se repete.

É amar novamente, apesar de tudo, sem resposta alguma, sem conforto, nem de alma nem de afeto.

É amar de novo, sem mudança alguma, mesmo com toda a razão; amar de novo.

Muita gente desiste, porque ainda não descobriu que perdoar é esta experiência que não acaba nunca.


* Coragem, viu?

quinta-feira, 9 de maio de 2013

REDUZIR MAIORIDADE PENAL É DEMAGOGIA BARATA




O noticiário vira e mexe, e a cada fato que ele trata de espetacularizar, instiga o nosso componente emocional a ponto de nos deixarmos conduzir exclusivamente por ele – seja pelo noticiário, seja pelo emocional, dá no mesmo – arrastando-nos a soluções simplistas, superficiais, que menosprezam a dignidade da pessoa.
Refiro-me a duas situações, assim tratadas: a menoridade penal e a internação compulsória de dependentes da bebida ou da droga.
Políticos sagazes, e na proximidade do calendário eleitoral, bradam, ora pela redução da maioridade, ora pelo aumento das sanções aos menores infratores.
Soluções de consumo fácil, funcionalistas, mas que estão a esconder a inoperância da gestão centrada em si mesma – a gestão pela gestão -, que abdica de por em prática os valores humanistas da acolhida, do envolver-se com tantas e tantos que estão à margem do usufruir os bens mais elementares do correto viver.
Com efeito, reduzir a idade para que adolescentes sejam criminalizados, ou que padeçam mais tempo nos depósitos em que são enjaulados, é demagogia barata, para encobrir, repito, “a inoperância da gestão centrada em si mesma”.
Por que os governos, sejam eles municipais, estaduais e federal, não priorizam a educação?
Por que os governos, sejam eles municipais, estaduais e federal, não priorizam a formação da família estável?
Priorizar a educação, dentre possíveis perspectivas, é, concretamente:
- garantir que o professor, em regime de oito ( 8 ) horas diárias, dedique-se, totalmente, a uma e única escola, porque, assim, continuadamente, aperfeiçoa-se e, assim, continuadamente, não é mero e burocrático repassador de surrados esquemas – gestor -, mas formador de cidadania ativa para os seus alunos, pelo conhecimento e dedicação empenhada com alegria e satisfação. É ser pastor: o que cuida, o que está atento, o que promove o desenvolvimento integral das aptidões válidas e úteis à formação pessoal e comunitária das crianças, jovens e adultos que lhe são confiados.
Priorizar a família estável, dentre possíveis perspectivas, é:
- garantir o mesmíssimo reconhecimento tanto à mulher, quanto ao homem, em qualquer plano em que se situem – conjugal, educacional, laboral, econômico, social, esportivo – de modo a que se constitua, solidamente, relacionamento de inestimável companheirismo, embasado na entrega, sem subterfúgios ou máscaras, de um para com o outro – não há um, sem o outro – do que naturalmente decorre a filiação, natural ou adotiva, compondo-se vínculo íntimo e profundo de amor – a conjugalidade, a maternidade, a paternidade e a filiação – vínculo esse que, por certo, dissipa a criminalidade juvenil, e mesmo a adulta.
Vivenciadas essas realidades – prioridade à educação e prioridade à família estável – por certo as medidas, ditas salvadoras, perdem todo o sentido.
Quanto à internação compulsória dos dependentes da bebida, ou da droga, tem-se, mais uma vez, o rosto insensível do gestor.
Que sejam todos recolhidos, pela polícia, em camburões; que sejam todos submetidos a tratamento de exclusiva desintoxicação, é o que se ouve, e vê.
Tal metodologia, por óbvio, trata as pessoas, em tais situações, como marginais; massa sem forma, nem figura, mera massa manobrada na perspectiva de resultado estatístico, quem sabe para escusos propósitos de obtenção de verbas conveniadas e, de novo, fins eleitoreiros.
Todas e todos estejam no grau em que se encontrem da capacidade de autodeterminarem-se, hão de ser conduzidos para que se sintam diante de opção de mudança de vida, que lhes é oferecida; hão de ser acolhidos, fraternalmente; tratados na sua dimensão integral, pessoal e própria, o que não se concilia com métodos de eliminação da vontade individual, o que não se concilia com a adoção de tratamento exclusivamente médico, mas abra-se espaço para a descoberta, ou a redescoberta, do componente espiritual em seu ser, sem qualquer proselitismo religioso.
O mal de nossos dias está, ironicamente, na solidão coletiva do que gere.
O bem possível está, certamente, na doação comunitária do que cuida.


* Postei porque é assunto que entrará em discussão e tem que ser bem pensado. Nossa apreciação e opinião é importante e deve ser respeitada. Vamos apreciar essa opinião da postagem???!!!

terça-feira, 7 de maio de 2013

CUIDADO

by Renata Fagundes



Quero plantar flores nos caminhos por onde passar
construir pontes pra você cruzar
derrubar muros para que possa atravessar
pintar o céu de estrelas pra te iluminar
renovar sua esperança quando você desanimar
estar presente em dias de festa pra comemorar
mas, principalmente em dias de pranto pra te abraçar
quero dias de sol pra passear e de chuva pra gente brincar
quero parceria, sintonia, melodia, poesia
quero sua alegria (sorrisão) assim que acordar
colo pra te ninar
anjo pra te guardar.


* Bom cuidar assim, não é???!!!

sábado, 4 de maio de 2013

APRENDENDO A VIVER COM A SIMPLICIDADE DAS CRIANÇAS



      Vivemos em um mundo de intensas dores e ansiedades. Contudo, isso não significa que devemos deixar tudo isso ditar as regras sobre nossa existência. Pelo contrário, precisamos a tudo isso reagir submetendo nossa vida a uma outra lógica, que não nos deixará ser totalmente engolidos por essa enorme onda de agitação e ansiedade.
O ser humano é, no reino da vida, o único ser dotado de pensamento (razão). Ele é o único capaz de não se permitir determinar pelo meio em que vive e pelos seus instintos. Assim, pode construir uma realidade nova e melhor, que mais eficazmente corresponda à sua autêntica realização.
O ser humano não é uma massa de manobra que será sempre escrava do tempo e de suas frágeis tendências. Não. Ele é muito mais e foi criado para ir mais longe, pois possui a “dinâmica força da vida” dentro de si.
Não será possível uma vida sem tensões e sofrimentos, sobre isso já falamos. Mas como gerir esses sofrimentos e tensões tão comuns em nossa vida?
Aqui, não me sinto autorizado a despejar sobre você receitas (ou frases) prontas. Ao contrário, desejo apenas propor caminhos que lhe possibilitem pensar e, posteriormente, encontrar ferramentas que o auxiliem neste processo.
Gosto de contemplar o jeito como as crianças percebem a vida e as dificuldades nela presentes. Para elas, as coisas são simples e descomplicadas, e quase sempre elas acabam encontrando soluções fáceis e bem humoradas para cada tensão que encontram. Elas não possuem a pretensão de querer reter, instantaneamente, a felicidade debaixo dos braços, mas a buscam experimentar em pequenas porções, e a partir de cada pequena coisa que a existência lhes proporciona.
No universo delas, a felicidade está em pequenos gestos: em uma partida de futebol com os amigos, em uma brincadeira na rua ou em uma refeição cheia de comidas gostosas etc. Enfim, elas conseguem viver bem cada momento, sendo inteiras (e felizes) em cada fragmento.
Com elas podemos aprender algo?
Acredito que aprender a viver com simplicidade sem complicar os fatos, lutando para separar cada coisa e as experienciando uma de cada vez é um concreto caminho para uma boa gerência das cotidianas tensões (um concreto caminho para a maturidade).
Percebo que uma boa e diária dose de paciência revestida de otimismo, diante de nossa vida e de seus muitos desafios, nos possibilitará bem lidarmos com dores e frustrações, ensinando-nos a não nos desesperarmos diante das momentâneas derrotas que o dia a dia nos apresentará.

* (Extraído do livro “Construindo a felicidade”)

IGUAL - DESIGUAL

by Carlos Drumond de Andrade

Eu desconfiava:
todas as histórias em quadrinho são iguais.
Todos os filmes norte-americanos são iguais.
Todos os filmes de todos os países são iguais.
Todos os best-sellers são iguais
Todos os campeonatos nacionais e internacionais de futebol são
iguais.
Todos os partidos políticos
são iguais.
Todas as mulheres que andam na moda
são iguais.
Todos os sonetos, gazéis, virelais, sextinas e rondós são iguais
e todos, todos
os poemas em verso livre são enfadonhamente iguais.

Todas as guerras do mundo são iguais.
Todas as fomes são iguais.
Todos os amores, iguais iguais iguais.
Iguais todos os rompimentos.
A morte é igualíssima.
Todas as criações da natureza são iguais.
Todas as ações, cruéis, piedosas ou indiferentes, são iguais.
Contudo, o homem não é igual a nenhum outro homem, bicho ou
                                                                                 [coisa.

Ninguém é igual a ninguém.
Todo o ser humano é um estranho
ímpar. 



* O pior é que ele tem razão, não acham???!!!